Slings e carregadores: crianças acima de 3 e 6 meses

Último post da nossa série (leia aqui o primeiro post e neste link o segundo) sobre slingar e carregar os filhos por aí : )

A partir dos 3, 4 ou 5 meses (ou quando o bebê já firma BEM o pescocinho)

Nessa fase, as opções aumentam e são mais práticas.

Mei tai: possui uma base mais larga na parte do bumbum e perna das crianças que dão maior apoio ao bebê sentante e mais conforto a quem carrega.

Mochilas evolutivas: assim como o mei tai, têm base maior na parte do assento, mas possui alguns ajustes importantes para crianças que ainda não são totalmente firmes em sentar.

Nós aqui escolhemos usar uma meichila, mistura de mei tai com mochila evolutiva e foi só sucesso. Como amávamos aquela mochilinha verde água. Era só felicidade! Mas só nos sentimos seguros para usar a partir dos 5 meses, quando nosso filho já estava com o pescoço mais firme e quase sentando. Aguentam bebês até 15 kg.

A nossa é da Upa Sling, mas há a Sirouê, que também vende evolutivos. Aguentam bebês pesados, até uns 15kg.

Ahhh, o bacana das mochilas é que, quando o bebê já está maiorzinho, por volta de uns 8 meses, dá pra amarrá-lo nas costas. Meu filho adorava!

Carregar é vida: slings e carregadores a partir dos 6 meses

Quando os bebês já se sentam sozinhos, por volta dos 6 meses ou um pouco depois, os bebês ficam mais firmes e é possível testar outras variações de carregadores.

As mochilas ergonômicas são TUDO no quesito ganhar o mundo com seu canguruzinho pendurado, posto que são muito práticas e duram muito.

Aqui, até hoje, usamos uma da Ergo Baby. São mais caras. Hoje, talvez, se eu conhecesse as evolutivas da Upa Sling antes de comprar meu ergo (compramos com o bebê ainda na barriga, pois meu marido achava que se sentiria mais seguro usando do que o sling), não teria comprado uma mochila. Se a pessoa se adaptar com sling, conseguir usar de boa na rua, é possível pular do sling pra mochila evolutiva quando o bebê tiver uns seis meses. Mas vai de cada um.

A Port Baby é uma marca bem bacana que também comercializa mochilas ergonômicas (e outros carregadores legais).

Há ainda os pouch slings. Saca uma tipoia? Esse modelo segue a mesma engenharia, digamos assim. Algumas pessoas usam o pouch para carregar bebês deitados, semelhante à posição do colinho de recém-nascidos. Essa prática NÃO é recomendada, pelo risco de sufocamento.

NUNCA USAR: pendurus que não dao suporte às perninhas do bebê em posição sapinho. É fácil identificar os pendurus, são aqueles carregadores que seguram o bebê pela genitália e, normalmente, com o bebê de frente para o mundo. Não são ergonômicos, fazem mal e são desconfortáveis para quem carrega e para o bebê.

Foto de um penduru:

Quando são toddlers (pequenos seres andantes iniciantes)

Aqui, seguimos com a ergo baby, mas há opções para bebês ainda mais pesadinhos, para além dos 15 kg, atgé 20 kg (meu deossssssssssssssss!).

É possível encontrar na Slingaê, na Grudadinhos e na PortBaby.

Mochilas para caminhadas e trilhas

Tenho pouco a contribuir nesse quesito, afinal, trilhas não fazem parte da minha experiência de vida. Achei importante deixar, pelo menos, listado aqui que existem equipamentos feitos para os pais que gostam de carregar os filhos em suas aventuras.

Custo-benefício da parafernália da família canguru

De fato, algumas opções de slings, mochilas e ergos não são exatamente uma pechincha. Mas acredite, a segurança e conforto seu e do seu bebê VALEM a pena!

Se o orçamento está curto, é possível comprar esses artigos em grupos de desapego. Há, inclusive, alguns especializados, que prezam por não desvalorizar os produtos, permitindo apenas anúncios com preços justos. Afinal, muitos são produzidos por mães ou empresas maternas. Desse modo, todo mundo ganha de forma justa.

Vou deixar a indicação de dois grupos de desapego aqui:

Slinga Brasil

Venda e/ou troca de porta-bebês ergonômicos usados Brasil

Também há na internet tutoriais para quem quer fazer o próprio sling com pano de sacaria. É uma opção barata e possível. E ninguém deixa de carregar. : )

Foto do post: Marcella Sarubi